Skip to main content

Semana 4: Atravessando o Upside Down da Conversa Inteligente

  • December 10, 2025
  • 1 comentário
  • 21 Visualizações

Milena Franco

Cheguei na Semana 4… direto do Upside Down!

Gente, eu sei que essa semana rolou AO VIVO… mas eu estava tipo o Will: presente em espírito, mas fisicamente perdida em outra dimensão. 

Mas agora atravessei o portal, cheguei inteira e pronta pra mergulhar no conteúdo!

E vamos fazer uma conexão da minha série favorita com o tema da semana? Porque sim, Stranger Things combina com absolutamente tudo inclusive com REGEX.

  • Categorizar Componentes Cognitivos
    É como formar o grupinho de Hawkins: cada um tem sua habilidade especial.
    REGEX é o Dustin (certinho, nerd e preciso), Fuzzy é o Eddie (flexível e intuitivo), Smalltalks é o Steve (suave, social e salva a conversa), e Data Apps… claramente Eleven, porque resolve o que ninguém mais consegue.
  • Cascata de Validação
    Sabe as luzes piscando na casa dos Byers guiando todo mundo?
    A cascata faz exatamente isso: mostra o caminho certo passo a passo. Errou? A luz avisa e você volta antes de encontrar o Vecna do bug.
  • REGEX x Fuzzy
    Clássico duelo energético.
    REGEX é a Nancy, certeira e objetiva.
    Fuzzy é a Robin, que não precisa estar 100% certa pra te entregar a resposta mais próxima.
    Dependendo da situação, você escolhe sua heroína.
  • BLU e AI Agent
    Aqui é decidir qual personagem resolve melhor a treta:
    BLU é o Mike comunica, conecta e conduz a conversa.
    AI Agent é a Eleven entra, faz o trabalho pesado e salva o dia quando tudo fica estranho (literalmente).

E é isso, pessoal! Se eu sumir de novo, provavelmente é só o Vecna… ou minha internet mesmo. 😂
Mas enquanto isso, sigo aqui animada pra continuar essa jornada! 

1 comentário

Dalton_Yamagishi
Blipper

Sen-sa-si-o-nal 
 

Acabei de ler o roteiro do crossover oficial entre Stranger Things e o Bootcamp de Design Conversacional. Já estou esperando a Netflix ligar. 😄

Achei genial como você mapeou os componentes. E vou puxar mais um tentáculo do Mind Flyer aqui:

A grande sacada do que você descreveu é entender quando chamar cada personagem para a cena. Em Hawkins, ninguém manda a Eleven resolver tudo o tempo inteiro. Primeiro tentam o rádio, o mapa, as lanternas, o plano… só quando a coisa degringola é que o poder bruto entra em ação.

No design conversacional é igualzinho.
REGEX e validações são o mundo direito: previsível, seguro, eficiente.
Fuzzy e smalltalk seguram o caos emocional quando o usuário chega meio possuído pelo Vecna.
E o AI Agent é o último recurso, poderoso, mas caro e que precisa entrar com contexto certo, senão vira destruição em massa.

A cascata de validação, como você bem trouxe, é o mapa com luzinhas. Ela evita que a conversa caia no Upside Down sem necessidade e mantém o fluxo no mundo real o máximo possível.

Resumo da ópera: bom design não é ter superpoder o tempo todo, é saber dosar. Quem chama a Eleven pra responder “segunda via de conta” normalmente já perdeu o controle da narrativa, aí ela sangra pelo nariz, desmaia e já era.

Se isso virar aula temática, eu assisto com waffle Eggos na mão. 🧇✨